Estou lendo um livro chamado "Nosso Lar" do espirito André Luiz psicografado por Chico Xavier. Pois bem, se o filme do Chico que assisti já me fez refletir tanto sobre o que é a vida, "Nosso Lar" está tirando todas as minhas duvidas.
Sim porque a vida que levamos aqui na terra, é só uma passagem, a verdadeira vida é no plano espiritual. Quando eu era criança, meu pai sempre conversava isso comigo, mas eu não dava muita bola pq eu era criança e não queria saber de espiritualidade. Com o tempo fui crescendo, fui me interessando pelo assunto e querendo cada dia mais entender sobre os misterios da vida.
Agora eu sei que quando morremos, primeiro passamos pelo Umbral. Umbral é um lugar transitorio que fica na Costra Terrestre onde a maioria das pessoas passam após a morte, lá elas passam por sofrimentos fisicos e morais, é uma espécie de castigo por ter feito coisa errada em vida. Muitos espiritos ficam por lá anos e anos, pois as coisas que fizeram foram tão erradas que é preciso muito tempo pra corrigir. Trata-se de um momento após o desencarne onde a alma entende o seu atual estado espiritual. É dai que vem o ditado "Aqui se faz, aqui se paga", pois tudo é cobrado.
Depois de passar por este local, a alma ou espirito vai para os Ministérios, sim no plano espiritual existem Ministérios onde a alma permanece para aprender, ensinar e ajudar as almas mais necessitadas, lá existem cargos hierarquicos e é tudo muito organizado.
O plano espiritual é muito parecido com a Terra, lá existe hospital, casas familiares,onibus porém é tudo numa esfera bem diferente da Terra.
As vezes pessoas da mesma familia podem se encontrar no plano espiritual e até ficarem juntos na mesma casa, outras vezes se quer eles se encontram, pois se o espirito desencarnou a bastante tempo, pode estar muito evoluido ou pouco evoluido e viverem em esferas diferentes, superiores ou inferiores.
Almas desencarnadas trabalham para ajudar na vida dos familiares encarnados e muitas vezes tentam pedir permissão para inteferir no sofrimento do ente querido que está encarnado porém sofrendo.
Mãe, pai, irmãos sempre serão os mesmos não importa em que plano você estiver. Sua mãe sempre será a mesma, e você sempre será o filho querido dela.
A vida no plano espiritual trata-se de um grande aprendizado, do entendimento do amor absoluto, dos karmas, das necessidades das pessoas encarnadas e do melhoramento de vida.
O amor é o alimento do corpo e da alma, e no plano espiritual, o trabalho mais árduo e dificil que existe é fazer com as pessoas tenham o amor puro dentro do coração.
Ainda estou no meio do livro e ja entendi muita coisa da qual tinha duvidas, quando eu terminar de ler, volto aqui no blog e escrevo mais sobre espiritualidade.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 13 de julho de 2010
Vou festejar!!!!!
Chora, não vou ligar
Chegou a hora
Vai me pagar
Pode chorar pode chorar (mais chora!)
É,o teu castigo
Brigou comigo
Sem ter porquê
Eu vou festejar, vou festejar
O teu sofrer,o teu penar
Você pagou com traição
A quem sempre lhe deu a mão
Choraaaa!!!!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Cartas de Amor
Cartas de amor são uma mídia obsoleta.
Talvez conheça poucas pessoas. Ou talvez as pessoas que eu conheça não sejam tão amorosas assim. Mas não conheço quem, hoje em dia, ainda escreva cartas de amor. A querência pelo instantâneo e a efemeridade dos proto-relacionamentos substituiram as correspondências que demoram a chegar e precisam de interlocutores vestidos de amarelo e bolsa tira-colo. As cartas de amor não são fragmentos de um discurso amoroso dos nossos tempos.
Carregam uma carga diferente dos e-mails apressados com erros de digitação ou dos sms’s com abreviaturas bizarras. Cartas são pílulas de amor táteis, é sentimento guardável. Escrever exige tempo dedicado, rascunhos e aquele último suspiro indagando: “será que eu mando?”.
Confessamos coisas que não temos coragem de falar ou que se faladas talvez pareçam diabéticas demais. E mesmo se forem melosas e piegas, não vemos a reação do destinatário. É proteção. Por isso nas cartas nos entregamos doses extras de sinceridade. Escrever cartas a mão é dar caligrafia própria ao sentimento.
Correspondentes. As cartas de amor são sentimentos portáteis.
Você ja enviou uma carta de amor hoje, ao invés de mandar um e-mail?
Eu já fiz a minha, faça a sua também.
Talvez conheça poucas pessoas. Ou talvez as pessoas que eu conheça não sejam tão amorosas assim. Mas não conheço quem, hoje em dia, ainda escreva cartas de amor. A querência pelo instantâneo e a efemeridade dos proto-relacionamentos substituiram as correspondências que demoram a chegar e precisam de interlocutores vestidos de amarelo e bolsa tira-colo. As cartas de amor não são fragmentos de um discurso amoroso dos nossos tempos.
Carregam uma carga diferente dos e-mails apressados com erros de digitação ou dos sms’s com abreviaturas bizarras. Cartas são pílulas de amor táteis, é sentimento guardável. Escrever exige tempo dedicado, rascunhos e aquele último suspiro indagando: “será que eu mando?”.
Confessamos coisas que não temos coragem de falar ou que se faladas talvez pareçam diabéticas demais. E mesmo se forem melosas e piegas, não vemos a reação do destinatário. É proteção. Por isso nas cartas nos entregamos doses extras de sinceridade. Escrever cartas a mão é dar caligrafia própria ao sentimento.
Correspondentes. As cartas de amor são sentimentos portáteis.
Você ja enviou uma carta de amor hoje, ao invés de mandar um e-mail?
Eu já fiz a minha, faça a sua também.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Soneto de Fidelidade
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
**Vinicios de Moraes**
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
**Vinicios de Moraes**
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